“Eu fico acompanhando o seu canal no Instagram, no Mobilidade Candanga, e fico vendo a importância de um canal como esse. Porque quando a gente abre o Instagram, são tantas utilidades, tanta coisa que não agrega conhecimento, e aí quando eu abro um perfil como o seu, eu me motivo, porque eu vejo que traz informação sobre a nossa capital, traz uma preocupação sobre a nossa mobilidade, que é algo que realmente deve nos tocar, porque é um problema que começou agora, mas irá se potencializar nos próximos anos.”

Essa foi uma das mensagens que recebemos recentemente, e ela nos parou. Nos fez refletir. Porque é exatamente por isso que o Mobilidade Candanga existe: para transformar o jeito como enxergamos Brasília — não só como cidade, mas como espaço de deslocamento, direitos e pertencimento.

📱 Em tempos de distração, informação é resistência

Na era dos conteúdos vazios e virais que somem em segundos, falar de mobilidade urbana pode parecer um assunto difícil de engajar. Mas quando alguém para, lê, reflete e sente que está sendo representado… algo muda.

É sinal de que estamos atingindo um ponto que vai além da crítica: estamos ativando consciência.

🚧 Mobilidade não é moda: é urgência

A frase “é um problema que começou agora, mas vai se intensificar” não poderia ser mais verdadeira.

Brasília enfrenta:

  • Aumento do tempo médio de deslocamento;

  • Crescimento desordenado das regiões periféricas;

  • Falta de integração real entre os modais (metrô, ônibus, ciclovias);

  • Prioridade total ao carro em detrimento das pessoas.

E tudo isso tende a piorar se não encararmos a mobilidade como uma pauta de agora — não do futuro.

🔁 Mobilidade também é sobre conexão

Quem acompanha o Mobilidade Candanga sabe: falamos sobre infraestrutura, sim. Sobre ciclovias, corredores de ônibus, obras paradas, acidentes e mudanças no trânsito.

Mas falamos, acima de tudo, sobre pessoas. Gente que acorda cedo demais para trabalhar, que volta tarde demais para casa, que perde tempo, qualidade de vida, saúde — e às vezes até a vida — por um sistema que não funciona como deveria.

Mobilidade é sobre como e com quem nos deslocamos. É sobre segurança, acesso, cidade inclusiva.
É sobre como tratamos o espaço público — e o quanto ele pertence (ou não) a todos.

📢 Informação é poder (e mudança)

Quando recebemos um depoimento como esse, entendemos: a transformação começa na consciência coletiva.

Cada post, cada análise crítica, cada dado ou denúncia compartilhada nas redes tem um propósito: mostrar que mobilidade urbana não é um luxo — é um direito.

E se mais pessoas se motivam com isso, a mudança que parecia distante se aproxima um pouco mais.

✊ Conclusão: seguir juntos é o caminho

Se você se sente representado(a), tocado(a) ou motivado(a) com o que compartilhamos no Mobilidade Candanga, saiba: isso também é sua força.

Seguimos firmes. Porque informar é resistir.
Porque mobilidade não é só sobre chegar ao destino.
É sobre pertencer à cidade.

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